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sexta-feira, 7 de março de 2014

A garrafa de vodka piscou-me o dente

Se quando se é jovem, é tudo um forrobodó e apanha-se valente bebedeira à frente do pessoal. Chega-se a uma idade que já se acaba a beber sozinha num sofá, com uma tosga... como é que se diz? Ah, pois é... fodida!
Quero com isto dizer que há uma linha que separa o beber social do alcoolismo e acho que já a ultrapassei. 
Na melhor das hipóteses, bato com a cabeça no bidet. Na pior... vou trabalhar amanhã.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Técnica infalível para cativar um homem*

Usar um decote, enquanto se corre a segurar um pão de ló. Segundo fontes próximas, em breve recebo um anel. E não é dos vibratórios.

*daqueles assim mais simples, rudes da cidade

terça-feira, 26 de junho de 2012

Madre Teresa de Massarelos

Familiares que tiveram Alzheimer.
Amigos que não têm Alzheimer, mas fazia mais sentido se tivessem.
Vómito com sardinha.

Estas e outras razões que me levam a considerar fazer carreira a aturar crianças e velhotes.

domingo, 3 de junho de 2012

Não só de tristezas vive aqui a dona.

Decidi que era dia para pôr os tetos no bikini e ir lagartar para uma esplanada. Até aí, tudo bem. O problema foi ter-me distraído com a leitura e agora estou um camarão. Com a particularidade de ter adquirido um bronzeado estranho, devido à posição em que estive sentada. Permitam-me elucidar-vos: no meio do bikini, existe um bocadito de pano sabe-se lá porquê. Ora, consegui ficar com a marca na barriga. Assim como se um pequeno falo tivesse sido desenhado em mim. Como se um elemento do sexo masculino tivesse decidido bloquear-me o sol com o material muito pouco abonado. Se acabei mesmo de escrever isto? Acabei. E é assim... A vida só pode melhorar.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Adenda ao post anterior

Não ligo peva a leitura de mãos, nem acredito. Há uns tempos, nasceu-me um sinal na ( suposta ) linha da vida. Sempre brinquei e disse que devia ser um grande penedo e que ia lá bater com os cornos. Depois tinha de ir à volta, qual Josefa de catana em punho, a devastar a selva até conseguir voltar ao caminho traçado. Começo a achar incrivelmente adequado. Isto esperando que seja mesmo só um penedo e não uma muralha da china.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Considerações sobre um encontro parolo-lésbico

Não nos embebedamos, mas também não foi preciso. Não te vestes à Sheila, com pele de báca e jibóia e texanas cor de rosa. Não falas à sócia e não és nada lontra. És uma mulher alta, que à minha beira me faz sentir só uma minorca roliça. Disse mais caralhadas do que tu, cheira-me. Confirma-se o à vontade ao vivo que já se tinha por aqui. Experiências semelhantes e maneiras de lidar quase iguais. Ninguém foi violado ou cortado às postas. Posso dizer, agora com conhecimento de causa, que continuo a ir com a tua cara. Sô dona, prazer em conhecê-la!

E nestas parvalheiras, não há muito a dizer a não ser que é algo a repetir ( aqueles detalhes sórdidos vou guardá-los, sim? ). Agora vá lá e parte-me o coração e diz que me odiaste! SNIF. Vou ter de ir ouvir o "Last Christmas" do George Michael e abanar-me qual jovem autista em crise.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Não é de bom tom admitir certas coisas. Quem quiser atirar a primeira pedra, faça o favor.

Podia ser bem mais cabra do que sou, mas não consigo. Não sou o protótipo de mulher sensual, sofisticada e com aspirações a casamento e filhos. Nem quero ser. Não estou realmente apaixonada. Recebo muito menos do que dou. Não me apetece tomar uma decisão, mas sei que não me vou acomodar por muito mais tempo. Trabalhei imenso nestes últimos três anos. Perdi a força e tento manter-me à superfície. A ideia pré-concebida que tinha do que queria até aos trinta esfumou-se. Só vejo névoa. Estou dormente, em tantos aspectos. Tenho ataques de pânico e choro até ficar desolhada. Também tenho pêlos encravados. Dou por mim a pensar que era tudo tão mais fácil há uns anos, quando ainda não se estava escaldado. Quero mudar, adio para amanhã. Durmo pouco, invento tudo para me deitar mais tarde. Quero estar sozinha, só aparecem planos. Quero companhia, fica tudo um bocado deserto. Na verdade, do que me queixo é da falta daquela companhia que vem de dentro, que não se pode pedir... acontece. E não tem acontecido. Culpa minha, com certeza. Movo mundos e fundos por quem está à minha volta, na esperança de me distrair de mim. Dou, mas não me dou. E censuro os outros por serem sovinas. No entanto, já há muito tempo, não assistia a tamanho acto de egoísmo. Num lado tão básico de nós, em duas décadas e uns trocos, nunca me tinham presenteado com tal feito. Quando os projectos são nossos, a possível derrota é um golpe muito mais fundo. E já há uns tempos atrás, o que me ocupa o peito assemelha-se a um ralo de banheira. Entupido, enferrujado. Numa frequência discreta, só se apoquenta com merdas porque grandes aventuras e felicidades andam raras. Já estive mais longe de me mandar lá para fora e ir lavar pratos. Adoro os meus pais, vejo os anos a passarem e penso que não sei o que vou fazer sem eles. Devia arranjar mais tempo, ser mais dedicada. Percebo que, para infelicidade do meu ego, a minha mãe tem razão na maior parte daqueles assuntos que importam. E que engano tudo e todos, mas a ela não. No último ano, estourei dinheiro a tentar encher aquele buraco na alma. Aquele que sabe que isso não vai mudar nada, mas que se alimenta de ilusões. Errei, paguei por isso. Há dias que me olho ao espelho e a minha cara não faz sentido, um mero conjunto de feições que nem reconheço bem. Já noto umas rugas de expressão, prefiro pensar que são de todas as gargalhadas e não das lágrimas. Acredito no amor dos outros, entre os outros. Não acredito que isso venha até mim, não da maneira que me completa. Bem lá no fundo, torço para estar enganada. Não tem acontecido. Nunca o admiti a ninguém, mas tenho saudades dele. Muito poucas, mas tenho. Não é sequer a ideia, mas ninguém chegou sequer perto. E é assim que deve ser, porque esse caminho deixou de existir. Escombros e relíquias do que foi e que não devem ser encontrados. Só por mim que sei onde estão e mesmo assim, é para evitar. E isto nem faz grande sentido, nem sei como acabar isto. E para os ouvintes que possam estar preocupados com a falta de palavrões e sarcasmo por estes lados, escolho resumir-vos tudo nisto: não faço a mínima ideia do que ando a fazer com a minha vida, mas caguei um avião. Que é como quem diz, por agora, não consigo melhor.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Serviço à comunidade ou como garantir que o blog perdeu de vez o nível que nunca teve

Ainda na temática do post anterior, foi-me facultado acesso a um site de qualidade. E nele encontrei o remédio para a falta de interesse da nossa pátria ou como continuar a atrair ainda mais público brasuca aqui ao tasco. Portanto, segue a lista do material didáctico:

- Por Trás, À Bruta!
  Descrição: É simples: elas gostam por trás e à bruta.
  Elenco: Harmony & Franco Roccaforte ( adoro nomes artísticos )

- Mamalhudas em Patrulha
  Descrição: Elas estão fardadas, estão armadas... e têm grandes mamas!

- Inglesas Insaciáveis com Traseiros Virgens
  Descrição: Remeto-vos para o título. Ah, passa-se nas Caraíbas.

- Jovens Inocentes contra Vergas Experientes
  Descrição: Err... nem vale a pena.
  Elenco: Bob Terminator & Jasmine Luna Gold

- Samba no Pé, Vergas no Rabo
  Descrição: É no Brasil, parece-me. Deve ter banda sonora da  Adriana Calcanhoto e do Netinho.
  Elenco: Patricia Bombom

- Sopeiras Imigrantes
  Descrição: Aposto em germes e sonasol.
  Elenco: Courtney Cummz

- Tunning Anal
  Descrição: Suspeito que seja um Fast and Furious no rabo.

Não precisam de agradecer, temos de ser uns para os outros.

Vamos lá repor a ordem no universo #3

Aparentemente chega-se facilmente aqui ao estaminé, procurando no google "sodomizado à bruta por trás". Experimentem, eu sei que querem! Nem que seja para desequilibrar as estatísticas que apontam sempre para público oriundo do Brasil. Começo a achar que o nosso povo não dá o devido valor a este assunto, uma tristeza.

sábado, 4 de junho de 2011

O Toy inspirou-se em mim quando escreveu aquela música "Sensual, és tão sensual. Tens o ar de mulher fatal! Sensual, és tão sensual...que até o teu simples olhar me faz mal". Acho que estava a falar do meu estrabismo, o boi.

Sexy Failer Gif - Sexy Failer

Fosse eu e provocava um terramoto que ia logo tudo dar uma volta ao bilhar grande. Ah, santo calor... santos gafalhotos esqueléticos de calções... ah.... porra. Gentes das espanhas temei pela vossa vida... Vou assombrar-vos em breve e de biquini!

E perguntam vocês: "que raio é que temos a ver com isso?" e responde aqui o cachalote: Nada, mas a espelunca é minha, portanto... aguentai, infiéis!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Maya, Paulo Cardoso, Maria Helena Martins, Cristina Candeias, Miguel de Sousa e cepos afins*:

E se fossem à real prostiputa que vos pariu, sim? Estou a supor que são todos meios irmãos, que a merda cheira ao mesmo. Eu que me oriento pela astrologia, acredito tanto nela como acredito que o pão não engorda ( as minhas coxas discordam, mas também ando de relações cortadas com as cabras ), sinto-me defraudada. Por amor de nossa senhora do ó, não podem baralhar melhor as cartas? Estou a caminho dos 30, a minha vida profissional está a andar para trás, mas ainda não posso usar a desculpa que estou gorda que nem uma lontra por causa da menopausa. A nível amoroso, vá... Mandei Deus Pai dar uma curva que nem só de pais nossos e avé marias vive um cachalote... perdão... mulher! Obrigado pela tua previsão, Maya, em que dizias que berlaitadas iam voltar à minha vida. Óptimo, mas a lógica é enganar o pessoal sempre com um "Ah, o teu trabalho é uma merda? Vai correr tão bem no romance badalhoco!" ou "Andas a seco? Ahhh, não te apoquentes... vais ganhar dinheiro como se fosses acompanhante de  ( pequeno ) luxo!" e balelas afins. Tentem variar o menu, sim? Agradecia que as minhas vivências não tivessem um sabor intenso a deja vu, comigo a berrar rorres de merdas em como vai acabar tudo da mesma maneira e eu é que ( não ) me vou foder.
Por isso, gente dos astros, ide brincar com a quinta pata de um cavalo! É endireitar a minha vida profissional ( que já está na altura de deixar a prostituição ) e a minha vida delicó-doce-badalhocó-fofa também podia ser simplificada para melhor. É favor não mexerem nos amigos ( a não ser que seja para trazer novos, tão  (a)normais dos cornos como eu ) e na família. Caso contrário, atentem:

-Maya, parto-te outra vez esse nariz e ainda te ponho a cremalheira torta. Ah e posso tentar jogar squash com as tuas mamas.
-Paulo Cardoso, obrigo-te a realizares o teu sonho de ser o próximo Tony Carreira mas com uma voz mais à "foda-se que sou erudito".
-Maria Helena Martins, voltas a ir limpar casas de banho ou a vender rendas de bilros porta a porta. 
-Cristina Candeias, ponho-te a fazer o anúncio às capsulas Alli. 
-Miguel de Sousa, forço-te a marchar mulheres.... queres ir por aí? QUERES??

E quanto aos outros cepos... depois penso nisso.

*Sim, dei-me ao trabalho de ir ao Sapo Astral ver o nome deles. E eu sei que estive desaparecida, meus queridos espectadores... mas não se preocupem! Todas as vossas bonequinhas de voodoo surtiram efeito e... voltei! Vou proceder a cuscar ( mais ) atentamente as vossas vidas. Obrigado a quem ainda me lê e me deixa umas palavras porreiras no e-mail,  vocês sabem quem são :)

terça-feira, 12 de abril de 2011

O Dino Meira que há dentro de mim ( ca nojo, pá ) canta...

"Voltei, voltei... Voltei de láááááá!"

Actualizações mais melhores boas para um dia destes, sim?

segunda-feira, 21 de março de 2011

Já dizia o mauzão do Die Hard 4, "you're a Timex watch in a digital age."

E é um forróbodó que vem ter comigo às boxes. Deus Pai já deve estar cansado de tanta dedicação da minha parte. Mas claramente anda a fazer ouvidos moucos às minhas preces de paz espiritual. E quando digo que, em sendo, que seja atum.... não é para me mandares perus, pá.

terça-feira, 15 de março de 2011

Trauma de juventude

Nunca percebi como aquela bimba da Joey escolheu o Pacey. Não fazia sentido nenhum, o Dawson é que era. E anos depois, apercebo-me que se calhar cometi o mesmo erro. Oh crap.
Nota: Estou em casa há dois dias, toda rota da garganta e com dores no corpo. Há a possibilidade imensa de estar a delirar. Não desistam já de mim, pode ser?

segunda-feira, 14 de março de 2011

No strings attached

Mais um filme a perpetuar a ideia de que não é preciso preliminares para nada. Zumba na caneca e está feito.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Ó Nuno, vem a mim por favor... fala-me do que te apoquenta, dos teus sonhos e fantasias.

Mulher vítima de abuso sexual aos 92 anos

Aos 92 anos, uma mulher residente em Serzedo, Gaia, queixou-se de coacção sexual por parte de um vizinho. O homem de 76 anos(1), tê-la-á atacado por trás, enquanto a vítima sachava batatas(2). Agora, arrisca entre um e oito anos de prisão.
Pelas 17 horas de 28 de Abril do ano passado, a senhora estava tranquilamente a trabalhar no seu terreno, com enxada na mão(3). O seu vizinho, reformado e homem casado (4), avistou-a e despertou-se-lhe o impulso de manter relações sexuais com ela(5).
Mas foi violento. Aproximou-se pelas costas, sem que a vizinha se apercebesse e resolveu agarrá-la pela cintura. Arrastou-a cerca de dois metros e atirou-a ao chão, fazendo-a cair em cima de um silvado que ali existe.
Depois com a vizinha em cima das silvas e manietando-a à força com um dos braços, impedindo-a de resistir, levantou-lhe a saia, afastou-lhe as pernas (6) e , embora sem lhe despir as cuecas e sem se despir (7), desatou a efectuar movimentos sexuais, para a frente e para trás (8).
Durante o acto, chegou a deitar a mão à cara e ao pescoço da vítima, para esta não pedir ajuda. Aquando destes actos de violência, a placa dentária da vítima caiu e não mais foi encontrada(9).
Após consumar o acto, o presumível agressor saiu de cima da vizinha e foi para casa (10). 
(...)
Nuno Miguel Maia, JN ( 6 de Março de 2011 )

(1) É só a mim que faz confusão que velhos de 76 anos andem aí a uivar e a querer comer vizinhas de 92?! Não que, se fosse de outra forma, fizesse qualquer sentido mas ainda faz menos.
(2) Errr... este pormenor é delicioso, a sério. O velho fica com tesão ao ver uma jovem de 92 anos a sachar batatas? Nem quero imaginar a loucura se a senhora estivesse a ordenhar uma vaca, ainda ficava sugestionado com a ideia de ménage.
(3) Podia ser um dildo, podia ser um guarda-chuva... mas pasmem-se, a senhora estava a sachar batatas com uma enxada.
(4) Pormenores que explicam muita coisa: devia andar revoltado por não ter trocos para o bagaço e pela mulher preferir dedicar-se às rendas de bilro.
(5) Pá... Maneira bonita de dizer a coisa.
(6) Tinha ideia que estava a ler o JN e não um romance pseudo delicó-badalhocó-erótico da Harlequin. Se calhar, comprei a Maria... ahhhhh não, é mesmo uma notícia do JN.
(7) Outro pormenor importante, a sério. É que o potencial do surreal desta história já é pouco, por isso... vamos lá descrever mais um bocado as preferências de um velho de 76 anos atesuado ao ver a sua vizinha a sachar batatas... muito mais kinky se for com roupa.
(8) Qual é a necessidade disto, pá? Ainda bem que foi para trás e para a frente. Mau era se fosse em diagonal ou para os lados!
(9) Só me ocorre fazer um comentário bem pior do que a ideia de partilhar esta informação, por isso vou abster-me. Mas dá para imaginar a linha de pensamento, certo?
(10) Estava à espera de um final mais feliz... irem os dois ao McDrive de mula.

Deve ser fodido ter de escrever sobre algumas coisas mas haja decência. Não há um editor de jeito nessa espelunca, pá? Que te dê um tabefe por descreveres uma história destas, de uma forma tão pormenorizada e com elementos que a tornam cómica? Anda tudo a comer merda ao pequeno almoço? Se me estás a ler, Nuno, manifesta-te. Quero conhecer-te, pôr uma fronha ao nome. É que eu não bato nada bem dos cornos e tenho uma mente suja, mas não sou jornalista nem tenho de saber comunicar decentemente ( só com grunhidos, mas não me pagam para isso ). Por amor da santa.